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18Fev/105

Danio Margaritatus

danio_margaritatus

Não existe muito informação sobre o Danio Margaritatus, e a que existe encontra-se espalhada por várias localizações (Fishbase, Wikipedia entre outras) e por vezes sem ser em Português. Tentei condensar, e traduzir quando necessário, toda a informação que recolhi numa pequena tabela de referencia "rápida"; tenciono ir actualizando este post ao longo do tempo de forma a adicionar mais detalhe que seja relevante para o "BI" do Margaritatus.
 
 
 
 
Changelog

  • 04/03/2010 - A formatação foi alterada de texto corrido para tabela, de forma a que o conteúdo seja mais legível.
  • 21/03/2010 - Adicionado a secção "Notas Pessoais".

Danio Margaritatus

Propriedade Descrição
Nome Científico Danio Margaritatus
Nome Comum Celestial Pearl Danio, Galaxy Rasbora
Sinónimos Microrasbora sp. "Galaxy", Celestichthys Margaritatus
Classificação Actinopterygii | Cypriniformes | Cyprinidae
Compatibilidade Peixe comunitário activo e pacifico
Dimensões 2.1 cm (macho); 2.05 cm (fêmea)
Resiliência Elevada, tempo mínimo de duplicação da população menor que 15 meses
Alimentação Flocos ou comida congelada tal como daphnia, bloodworms ou larvas de mosquito
Origem Sudeste de Ásia, Myanmar – Habita pequenas lagoas rasas, no máximo, com 30 cm de profundidade criadas por infiltrações ou nascentes. A água é clara e com temperaturas por volta de 22 a 24 °C (Janeiro de 2007). As lagoas possuem uma vegetação luxuriante composta por, principalmente, uma ou duas espécies de Elodea ou Anacharis (Hydrocharitaceae)
Ambiente Água doce de neutra a ligeiramente alcalina com nível de dureza médio; tropical plantado (22 a 24 ºC); intervalo de profundidade 0 - 1 m
Sexagem As fêmeas possuem uma coloração menos intensa e as barbatanas ventrais são mais claras
Reprodução Ovíparo; deve-se utilizar spawning mops ou vegetação curta e densa; é necessário remover os adultos após a postura de forma a evitar que os ovos sejam comidos.

Notas pessoais

Hoje retirei os meus exemplares do tanque comunitário e coloquei-os num tanque previamente ciclado e preparado com uma breeding mop de fundo; por enquanto não vou efectuar nenhuma separação entre sexos nem em grupos.. quero testar se a ausência de alevins no tanque comunitario se deve aos outros peixes comerem os ovos.

A breeding mop deverá ser posicionada na traseira do aquario e deixar um espaço na frontal entre 5 a 10cm; deverá ser bem assente ao fundo do aquario, de outra forma os peixes terão tendência a esconderem-se debaixo da mop.


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Comentários (5) Trackbacks (0)
  1. Sexagem??? Já ouviste falar de Dismorfismo Sexual?

  2. Nem toda a gente sabe biologia ! :-)

  3. Não ligues João, pelos vistos nem o Bruno sabe biologia…não é “Dismorfismo” que se diz, mas sim Dimorfismo, ele é que tem de lêr mais!!

    Continua a bombar informação para este post que tá muito bom e útil!!Criticar é fácil, agora contribuir para melhorar é que tá quieto.. enfim, há burros pra tudo!!

    Cumprimentos,

    Filipe

  4. boas , excelente post , uma coisa que comer dás ás larvas recem nascidas ….
    cumprimentos

  5. Artémia recém eclodida serve perfeitamente, ou então aquelas “infusorias” da JBL.


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