Não existe muito informação sobre o Danio Margaritatus, e a que existe encontra-se espalhada por várias localizações (Fishbase, Wikipedia entre outras) e por vezes sem ser em Português. Tentei condensar, e traduzir quando necessário, toda a informação que recolhi numa pequena tabela de referencia “rápida”; tenciono ir actualizando este post ao longo do tempo de forma a adicionar mais detalhe que seja relevante para o “BI” do Margaritatus.
Danio Margaritatus
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| Nome Científico | Danio Margaritatus |
| Nome Comum | Celestial Pearl Danio, Galaxy Rasbora |
| Sinónimos | Microrasbora sp. “Galaxy”, Celestichthys Margaritatus |
| Classificação | Actinopterygii | Cypriniformes | Cyprinidae |
| Compatibilidade | Peixe comunitário activo e pacifico |
| Dimensões | 2.1 cm (macho); 2.05 cm (fêmea) |
| Resiliência | Elevada, tempo mínimo de duplicação da população menor que 15 meses |
| Alimentação | Flocos ou comida congelada tal como daphnia, bloodworms ou larvas de mosquito |
| Origem | Sudeste de Ásia, Myanmar – Habita pequenas lagoas rasas, no máximo, com 30 cm de profundidade criadas por infiltrações ou nascentes. A água é clara e com temperaturas por volta de 22 a 24 °C (Janeiro de 2007). As lagoas possuem uma vegetação luxuriante composta por, principalmente, uma ou duas espécies de Elodea ou Anacharis (Hydrocharitaceae) |
| Ambiente | Água doce de neutra a ligeiramente alcalina com nível de dureza médio; tropical plantado (22 a 24 ºC); intervalo de profundidade 0 – 1 m |
| Sexagem | As fêmeas possuem uma coloração menos intensa e as barbatanas ventrais são mais claras |
| Reprodução | Ovíparo; deve-se utilizar spawning mops ou vegetação curta e densa; é necessário remover os adultos após a postura de forma a evitar que os ovos sejam comidos. |
Notas pessoais
Hoje retirei os meus exemplares do tanque comunitário e coloquei-os num tanque previamente ciclado e preparado com uma breeding mop de fundo; por enquanto não vou efectuar nenhuma separação entre sexos nem em grupos.. quero testar se a ausência de alevins no tanque comunitario se deve aos outros peixes comerem os ovos.
A breeding mop deverá ser posicionada na traseira do aquario e deixar um espaço na frontal entre 5 a 10cm; deverá ser bem assente ao fundo do aquario, de outra forma os peixes terão tendência a esconderem-se debaixo da mop.






Sexagem??? Já ouviste falar de Dismorfismo Sexual?
Nem toda a gente sabe biologia !
Não ligues João, pelos vistos nem o Bruno sabe biologia…não é “Dismorfismo” que se diz, mas sim Dimorfismo, ele é que tem de lêr mais!!
Continua a bombar informação para este post que tá muito bom e útil!!Criticar é fácil, agora contribuir para melhorar é que tá quieto.. enfim, há burros pra tudo!!
Cumprimentos,
Filipe
boas , excelente post , uma coisa que comer dás ás larvas recem nascidas ….
cumprimentos
Artémia recém eclodida serve perfeitamente, ou então aquelas “infusorias” da JBL.
Olá, escrevo do Brasil, acabei de adquirir 10 Danio Margaritatus.Demorei 2horas para adaptá-los ao meu aquário, pois transferi-os de um aquário alcalino (9 de ph e 2 de kh) para um ácido (6,2 de ph e 1 kh). Paguei 45 reais (uns 20 euros) por cada peixe o que achei caro, mas aqui no Brasil só há um vendedor deste peixe ( http://www.aquariusrc.com.br ). Realmente, inexiste na internet brasileira algo sobre este peixe.
Saudações brasileiras!