Danio Margaritatus
Não existe muito informação sobre o Danio Margaritatus, e a que existe encontra-se espalhada por várias localizações (Fishbase, Wikipedia entre outras) e por vezes sem ser em Português. Tentei condensar, e traduzir quando necessário, toda a informação que recolhi numa pequena tabela de referencia "rápida"; tenciono ir actualizando este post ao longo do tempo de forma a adicionar mais detalhe que seja relevante para o "BI" do Margaritatus.
Changelog
- 04/03/2010 - A formatação foi alterada de texto corrido para tabela, de forma a que o conteúdo seja mais legível.
- 21/03/2010 - Adicionado a secção "Notas Pessoais".
Danio Margaritatus
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| Nome Científico | Danio Margaritatus |
| Nome Comum | Celestial Pearl Danio, Galaxy Rasbora |
| Sinónimos | Microrasbora sp. "Galaxy", Celestichthys Margaritatus |
| Classificação | Actinopterygii | Cypriniformes | Cyprinidae |
| Compatibilidade | Peixe comunitário activo e pacifico |
| Dimensões | 2.1 cm (macho); 2.05 cm (fêmea) |
| Resiliência | Elevada, tempo mínimo de duplicação da população menor que 15 meses |
| Alimentação | Flocos ou comida congelada tal como daphnia, bloodworms ou larvas de mosquito |
| Origem | Sudeste de Ásia, Myanmar – Habita pequenas lagoas rasas, no máximo, com 30 cm de profundidade criadas por infiltrações ou nascentes. A água é clara e com temperaturas por volta de 22 a 24 °C (Janeiro de 2007). As lagoas possuem uma vegetação luxuriante composta por, principalmente, uma ou duas espécies de Elodea ou Anacharis (Hydrocharitaceae) |
| Ambiente | Água doce de neutra a ligeiramente alcalina com nível de dureza médio; tropical plantado (22 a 24 ºC); intervalo de profundidade 0 - 1 m |
| Sexagem | As fêmeas possuem uma coloração menos intensa e as barbatanas ventrais são mais claras |
| Reprodução | Ovíparo; deve-se utilizar spawning mops ou vegetação curta e densa; é necessário remover os adultos após a postura de forma a evitar que os ovos sejam comidos. |
Notas pessoais
Hoje retirei os meus exemplares do tanque comunitário e coloquei-os num tanque previamente ciclado e preparado com uma breeding mop de fundo; por enquanto não vou efectuar nenhuma separação entre sexos nem em grupos.. quero testar se a ausência de alevins no tanque comunitario se deve aos outros peixes comerem os ovos.
A breeding mop deverá ser posicionada na traseira do aquario e deixar um espaço na frontal entre 5 a 10cm; deverá ser bem assente ao fundo do aquario, de outra forma os peixes terão tendência a esconderem-se debaixo da mop.
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Fevereiro 22nd, 2010 - 12:04
Sexagem??? Já ouviste falar de Dismorfismo Sexual?
Fevereiro 28th, 2010 - 20:02
Nem toda a gente sabe biologia !
Junho 20th, 2010 - 19:56
Não ligues João, pelos vistos nem o Bruno sabe biologia…não é “Dismorfismo” que se diz, mas sim Dimorfismo, ele é que tem de lêr mais!!
Continua a bombar informação para este post que tá muito bom e útil!!Criticar é fácil, agora contribuir para melhorar é que tá quieto.. enfim, há burros pra tudo!!
Cumprimentos,
Filipe
Agosto 19th, 2010 - 22:21
boas , excelente post , uma coisa que comer dás ás larvas recem nascidas ….
cumprimentos
Agosto 28th, 2010 - 13:17
Artémia recém eclodida serve perfeitamente, ou então aquelas “infusorias” da JBL.